Aluna teria sofrido abuso em escola

30/10/2017 - 14:06

Menina de 12 anos teria sido abusada sexualmente pelo porteiro da escola

 O canal na internet RSC Portal traz uma notícia nesta segunda que na madrugada de sexta-feira (27) a escola P.S., no bairro de Araçatuba em Imbituba, uma menina de 12 anos foi suspostamente abusada sexualmente. Segundo o depoimento dado pela menor ao delegado da Polícia Civil Diego Parma, o porteiro da escola J.S.W teria puxado assunto com a menor e ali teria começado os abusos.

 

Os alunos estariam acampando no pátio da escola devido as atividades que estavam acontecendo no ginásio. A menina conta que estava sentando próximo a biblioteca da escola quando o agressor se aproximou e perguntou se ela poderia guardar um segredo, ela respondeu que sim. Nesse mesmo momento o agressor a beijou, pediu que ela fosse para traz da biblioteca onde teria começado os abusos. Sem reação a criança teve sua roupa tirada, teve sua boca topada pelo o homem, pois ele viu alguém se aproximar do local.

A menina quando podia pedia que o agressor parasse com os atos. Ela conseguiu sair do local e foi até a barraca de suas colegas contou o ocorrido, uma das amigas decidiu ir chamar a coordenadora da escola que não estava perto delas durante o acontecido. Ela com medo do agressor ficou no mesmo local, em seguida ele se aproximou e a levou para o seu carro no estacionamento da escola. Três colegas viram os dois indo em direção ao carro, na sequencia o agressor continuou os abusos, a menina relata que sentiu dores e logo em seguida ela foi levada por ele até uma área comum da escola. Uma das coordenadoras viu a menina acompanhada do porteiro e perguntou para ela onde ela estava, e o mesmo respondeu que havia achado a menina tomando água no bebedouro da frente.

A menina apavorada procurou outra coordenadora e contou o que havia acontecido, a mãe da menor foi chamada e a levou em um médico que constatou os abusos. A roupa da menina estava toda suja de sangue e machucada.

O homem se evadiu da escola. A equipe tentou contato com a diretora da escola que não atendeu. Os pais da vários alunos estão se reunindo para ir no início da tarde desta segunda-feira (30) até a delegacia, saber o porquê da prisão preventiva do agressor não ter sido decretada ainda.

 



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